segunda-feira, 23 de maio de 2022

Stranger Things 4: Assista os 9 minutos iniciais da quarta temporada


A Netflix liberou, nesta sexta-feira, 20/05/2022, praticamente nove minutos iniciais da quarta e última temporada de Stranger Things 4. A primeira parte da quarta temporada estreia daqui exatamente uma semana, em 27 de maio.

O vídeo começa com uma criança andando de bicicleta -- quer algo mais Stranger Things do que isso? Em seguida, o Dr. Brenner assume e vemos que trata-se de um flashback: estamos no ano de 1979 em Hawkins.

Assista abaixo, com legendas em português:

segunda-feira, 9 de maio de 2022

Prepare-se para conhecer uma das mais belas e poéticas HQs do ano.

 



Normalmente as HQs autorais podem nos conceder experiências memoráveis que se enraízam profundamente em nossas mentes e corações. Suas releituras muitas vezes trazem novas percepções com mensagens que estabelecem reflexões sobre a condição humana  e a relação com meio.

E foi justamente esta sensação e sentimento que tive ao reler a HQ francesa "Un océan d'amour', do roteirista, Wilfrid Lupano e com desenhos de, Grégory Panaccione, que mais recentemente foi publicada em nosso país pela editora Nemo, com tradução do título literal, "Um oceano de amor" nos apresentar uma profunda história de amor entre um senhor que é pescador e sua esposa, porém vai mais além e nos conquista em cada página lida ao trazer também o tema da preservação da natureza, neste caso, o oceano. 

Sendo assim, no vídeo desta semana, faço uma analise sobre esta HQ e me aprofundo em suas sinceras mensagens sobre o amor e da nossa relação com a natureza.

Clique no link no play abaixo ou aqui e assista ao episódio em nosso canal no YouTube.

segunda-feira, 25 de abril de 2022

“O Beco do Pesadelo” e “O Beco das Almas Perdidas”: o monstro dentro do homem



Por Renato Félix*


Guillermo del Toro construiu uma carreira como cineasta exibindo monstros na tela. De “O Labirinto do Fauno” a “A Forma da Água”, passando por seus dois “Hellboy” e por “Círculo de Fogo”. Em seu primeiro filme após ganhar o Oscar de melhor filme (justamente com “A Forma da Água”), o mexicano dispensa as criaturas fantásticas. Quer dizer, mais ou menos. Embora “O Beco do Pesadelo” só conte com figuras humanas, a ideia da monstruosidade está no filme em mais de uma maneira.

Baseado no romance de William Lindsay Gresham, Del Toro não esconde seu fascínio pela ambientação da feira itinerante que exibe curiosidades, truques e aberrações. É uma longa primeira parte, em que Stanton Carlisle (Bradley Cooper) chega sem destino à feira e consegue um emprego. Ajudando um casal que apresenta um número fajuto de vidente (Toni Collette e David Strathairn), acaba aprendendo os truques, códigos de comunicação e como ler gestos e expressões da plateia para apresentar um número ousado de “leitura de mentes”. Ele pode até convencer que é capaz de contato com pessoas mortas.

Mas isso ele só leva em frente na segunda metade do filme, em chiques salões de Nova York, onde ganha bastante dinheiro ao lado da moça que levou consigo da feira, Molly (Rooney Mara). A proposta de uma psiquiatra (Cate Blanchett) para que Stanton atenda em particular a um milionário (Richard Jenkins) leva a situação a novos níveis de perigo.

Na feira, um número é apresentado sem que as autoridades saibam: o “selvagem” (“geek”, no original), um homem que é mantido prisioneiro em condições para que seja desprovido de sua humanidade e seja capaz de matar uma galinha com os dentes, arrancando for a cabeça dela na frente da plateia. Ele não é um ator interpretando, não mais. 

Aparentemente é um show que realmente existia no século XIX. E, nisso, “O Beco do Pesadelo” chega a lembrar “Monstros” (1932), o polêmico filme de Tod Browning que era estrelado por atrações reais de feiras como estas.

Enfim, esse ambiente de fantasia e terror – mesmo que seja tudo um truque – interessa a Del Toro a ponto de dedicar a ele mais tempo do que seria necessário. Mas há também o monstro dentro do ser humano, a deformação que leva à ganância que passa por cima de qualquer moral.

O Beco do Pesadelo” também segue de perto os códigos do filme noir, tanto em seu aspecto sombrio quanto na trama recorrente do sujeito que se acha muito esperto, mas vai se dar mal nas mãos de uma mulher fatal. Nessa mimetização do estilo, Del Toro é excelente.

O que muita gente talvez não tenha ficado sabendo é que o livro já tinha sido adaptado uma vez, chegando aqui com o título “O Beco das Almas Perdidas”. O filme de 1947 chegou ao streaming na mesma época em que sua versão de 2021.

Em preto-e-branco, traz Tyrone Power como Stanton Carlisle, numa trama que é praticamente a mesma. Galã que havia sido o Zorro sete anos antes, Power estava a fim de mudar a imagem e se dedicou a fazer o filme acontecer. A natureza sombria do material, no entanto, levou a cortes das cenas do “selvagem” em ação e à imposição do estúdio de um epílogo que deixasse o final menos negativo (a versão de Del Toro manteve o final pretendido originalmente).

Ainda assim é muitas vezes fascinante. A cena em que Molly (Coleen Gray) é “eletrocutada” é puro fascínio circense, tanto que Del Toro a repete fielmente em sua versão. Zeena, papel que Del Toro deu a Toni Collette, aqui é da grande Joan Blondell, estrela dos musicais da Warner nos anos 1930. Zeena tem consciência de que o que faz é teatro, Stanton começa a achar que tem mesmo poderes – ao menos poderes para iludir todo mundo.


O Beco do Pesadelo” (“Nightmare Alley”, EUA, 2021)

Direção: Guillermo Del Toro. Elenco: Bradley Cooper, Cate Blanchett, Rooney Mara, Toni Collette, Willem Dafoe, Richard Jenkins, Ron Perlman, Mary Steenburgen, David Strathairn, Tim Blake Nelson.

Onde ver: Star Plus.


O Beco das Almas Perdidas” (“Nightmare Alley”, EUA, 1947)

Direção: Edmund Goulding. Elenco: Tyrone Power, Joan Blondell, Coleen Gray, Helen Walker.

Onde ver: DVD (isolado ou na coleção Filme Noir – Vol. 19) e Belas Artes a la Carte.


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quarta-feira, 30 de março de 2022

Uma obra clássica te espera em nossa loja.

 



Mais uma grande obra do Mestre Sergio Toppi te espera em nossa loja. 


Com roteiro e arte, renomado, Sergio Toppi, a HQ “O Colecionador” conta a história de um misterioso milionário que viaja aos confins do mundo atrás de objetos para a sua extraordinária coleção. 


Não lhe interessa objetos que tenham valor de mercado, seja por sua antiguidade ou beleza, mas sim aqueles que, segundo suas palavras, tenham “algum significado especial para mim […] que foram protagonistas de histórias que só eu conheço graças as minhas pesquisas”. 


Cada um destes objetos, que carregam alguma característica fantástica, dão nome a cada um dos episódios da série: “O calumet de pedra vermelha”, “O obelisco da terra de Punt”, “A lágrima de Timur Leng”, o “Cetro de Muiredeagh” e “O colar de Padmasumbawa”.


Entretanto, “O Colecionador” vai além desta jornada em busca de artefatos, e apresenta para nós leitores histórias profundas envolvendo índios norte-americanos, guerreiros da Etiópia, nativos da Nova Guiné e outras realidades que nos concedem um olhar minucioso sobre a condição humana.


O colecionador, de Sergio Toppi
Edição Integral - 268 páginas, Capa Dura
Arte: Preto e Branco
R$ 96,00
Clique aqui e garanta seu exemplar!


Acesse nossa loja e coloque este clássico em coleção.


Venha para a Comic House, a loja onde os quadrinhos não estão no gibi,



  


segunda-feira, 21 de março de 2022

‘Ghostbusters – Mais Além’: Tributo para lavar a alma




GHOSTBUSTERS – MAIS ALÉM
⭐⭐⭐½
Diário de Filmes 2022: 12
Onde ver: Apple TV.

        Por Renato Félix*                                             

                                                     Tributo para lavar a alma

Os Caça-Fantasmas (1984) se estabeleceu nos anos 1980 como a comédia de maior bilheteria do cinema. A mistura com o fantástico e os efeitos visuais podem ter ajudado, mas uma coisa é certa: o fundamental para o sucesso do filme e para ele ser lembrado com tanto carinho até hoje não era isso, era a química entre seu elenco e entre seus personagens.

Peter, Egon, Ray, Winston, Janine eram tão marcantes, cada um dos seu jeito, que renderam superbem também na série animada que veio depois. E é por isso que aquela releitura de 2016, Caça-Fantasmas, com um elenco todo feminino e completamente descolada do original, não funcionou tão bem. Infelizmente, não deu a mesma liga.

Daí que chegamos a esse Ghostbusters – Mais Além, em que a Sony tolamente desprezou o nome já consagrado por décadas da série aqui para usar o original em inglês. Ao contrário do filme de 2016, este é uma continuação direta dos dois filmes originais, de 1984 e 1989. Mais do que isso, é um belo tributo àqueles filmes e personagens.

Para começar, é dirigido e co-escrito por Jason Reitman, filho de Ivan Reitman, o diretor dos dois filmes originais. Um filme de filho para pai, sendo Jason um diretor que já entregou grandes filmes como Obrigado por Fumar (2005), Juno (2007) e Amor sem Escalas (2009), embora não tivesse mais acertado da mesma forma de lá para cá.

Os Caça-Fantasmas tinha roteiro de Harold Ramis e Dan Aykroyd, que interpretaram Egon e Ray no filme. Ramis morreu em 2014 e o filme é dedicado a ele, mas não só. A história é focada principalmente na filha e netos de Egon, que herdam dele uma casa numa cidadezinha no interior, onde ele vivia isolado em seus últimos anos.

Os dois netos e os amigos que fazem no lugar vão formar a nova geração de Caça-Fantasmas a partir da descoberta de quem era o avô e o que ele fazia ali. Essa atenção ao personagem e a aparição dos velhos colegas em algum momento são bonitos detalhes, tratados com ternura.

Muitas são evidentes e outras ficam a ser percebidas pelos mais atentos, como o fato de que Mckenna Grace usa até os mesmos óculos que Ramis usou em Os Caça-Fantasmas.

Mas Mais Além não se resume a isso, juntando um carismático grupo de jovens protagonistas em uma bem montada junção de aventura e comédia, sem querer inventar a roda. Os originais dão um suporte afetivo a essa nova geração em um filme que consegue apontar para um futuro possível sem precisar destruir o que veio antes. Pelo contrário: é para lavar a alma de qualquer fã.



Ghostbusters – Afterlife, Estados Unidos/ Canadá, 2021.
Direção: Jason Reitman. Elenco: Mckenna Grace, Finn Wolfhard, Logan Kim, Celeste O’Connor, Carrie Coon, Paul Rudd, Bill Murray, Dan Aykroyd, Ernie Hudson, Annie Potts, Sigourney Weaver, J.K. Simmons, Olivia Wilde.

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Texto extraído do blog Boulevard do Crepúsculo
de autoria do jornalista, Renato Félix.

terça-feira, 8 de março de 2022

Bruna Marquezine é confirmada em filme da DC.

Imagem: Montagem/@aliagavictorr
 Imagem: Montagem/@aliagavictorr
A atriz brasileira Bruna Marquezine foi confirmada no elenco de Besouro Azul, filme solo do herói da DC Comics que será estrelado por Xolo Maridueña, conhecido pelo papel de Miguel Diaz na popular série Cobra Kai, da Netflix.

O anúncio da participação de Marquezine em Besouro Azul aconteceu nesta terça-feira (8), pelo site The Wrap. O veículo também noticiou as adições dos atores Harvey Guillén e Belissa Escobedo no elenco.

Segundo o site descreveu, Marquezine interpretará Penny, "uma personagem de destaque e interesse romântico", enquanto Escobedo será Milagros Reyes, irmã mais nova de Jaime Reyes. O papel de Guillén não foi revelado.

Atriz brasileira quase participou do filme Flash.

A estreia de Bruna Marquezine poderia ter sido até antes! Em recente entrevista, a brasileira revelou que fez testes para o papel de Supergirl no filme solo do Flash, que estreia em novembro de 2022.

Na ocasião, a pandemia da Covid-19 teria impedido que Marquezine fosse até Londres para as últimas etapas do processo: "Tentaram de todas as formas possíveis, mas esse não foi o único motivo; o papel era dela", revelou, em alusão a Sasha Calle, que acabou confirmada como Supergirl.

Ao revelar que quase esteve em Flash, Marquezine disse que foi elogiada pelo ator Ezra Miller (o Barry Allen da DC no cinema) durante os testes de química com o ator e pelo diretor Andy Muschietty, e que manteve contato com a produção. Parece que o contato rendeu bons frutos, não é mesmo?

Qual é a história de Besouro Azul?

Nos quadrinhos, o adolescente mexicano-americano Jaime Reyes (personagem de Xolo Maridueña no filme) ganha super poderes ao encontrar uma armadura alienígena e assume o manto de Besouro Azul.

Reyes é o terceiro personagem a adotar o manto do Besouro Azul nas HQs da DC Comics. O personagem foi criado por Keith Giffen, John Rogers e Cully Hamner em 2006, sendo introduzido na saga Crise nas Infinitas Terras.

Quando estreia Besouro Azul?

O filme do Besouro Azul está previsto para estrear nos cinemas em 18 de agosto 2023. A direção é de Angel Manuel Soto, com roteiro de Gareth Dunnet-Alcocer.


Texto escrito por  byVíctor Aliaga e extraído do site IGN Brasil

Essa é uma das melhores HQs que li!

Eleger um quadrinho como um dos melhores que li, sempre é uma tarefa difícil, mas resolvi fazer um vídeo e comentar com vocês sobre uma HQ que me surpreendeu bastante, tanto em sua proposta como edição como também em sua narrativa visual/textual. 

Então, te convido a clicar no play do vídeo e deixarem seus corações acelerarem com esta dica que não está no gibi.

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Espero que curtam ao vídeo, participem com seus comentários, compartilhem o episódio: https://youtu.be/EeFdVDSLFus com seus amigos e familiares, e ao se inscreverem no canal venham fazer parte da família Comic House.

*Clique no link para adquirir seu exemplar https://bit.ly/3f1l1az


‘Ataque dos Cães’: A máscara da brutalidade

Por Renato Félix*

ATAQUE DOS CÃES

⭐⭐⭐⭐
Diário de Filmes 2022: 10
Onde ver: Netflix.

A máscara da brutalidade

O velho oeste americano sempre foi mostrado como um local para os durões. E o cinema clássico já mostrava algumas vezes que a fragilidade sofre nesse ambiente. Por exemplo, em O Homem que Matou o Facínora (1962), de John Ford, onde James Stewart era o advogado pacífico que passava maus bocados nas mãos do bandidão vivido por Lee Marvin.

Ali o faroeste já vinha começando um aspecto revisionista que nunca mais pararia. Isso ampliaria seu arcabouço temático, para além de tiroteios entre xerifes e bandidos ou exército e nativos. E leva a um filme como Ataque dos Cães, que aborda a questão da homossexualidade nesse cenário de uma maneira razoavelmente sutil.

Aliás, chamar de “faroeste” pode ser impreciso. O gênero costuma obedecer a certos aspectos muito precisos e restritos, começando pelo espaço e pelo tempo. São histórias que se passam em uma certa região dos Estados Unidos, em um período de tempo localizado na segunda metade do século XIX.

Ataque dos Cães se passa no estado de Montana, mas o ano é 1925, bem depois do período clássico do western. Mas o filme da neozelandesa Jane Campion se passa numa região tão remota, que muita coisa do velho oeste persiste ali.

O ambiente é hostil para homens frágeis, delicados ou, “pior” ainda, homossexuais. O filme, então, contrapõe o vaqueiro Phil Burbank, vivido por Benedict Cumberbatch, e o jovem Peter Gordon (Kodi Smit-McPhee). Filho da dona de um restaurante, a viúva Rose (Kirsten Dunst), o rapaz parece completamente deslocado por ali. Phil, por outro lado, tem uma ligação umbilical com aquele estilo de vida e rejeita até os anseios do irmão e sócio, George (Jesse Plemons) por civilização. Para Phil, a vida a ser vivida é bruta, suja e selvagem.

Acontece que George se casa com Rose. A convivência de mãe e filho com Phil é problemática desde antes do começo. É uma disputa por filosofias de vida, mas também por espaço e por controle. Há uma cena emblemática: a mulher tenta a duras penas ensaiar uma música ao piano para uma recepção chique e Phil, de seu quarto, a humilha executando a mesma música com toda a habilidade em seu banjo. Marcando explicitamente o território.

Mas a presença mais constante de Peter acaba fazendo com que Phil se aproxime dele. Todos têm aspectos pessoais que preferem guardar para si e Campion vai aos poucos e sem pressa expondo essas cartas para nós e para os outros personagens.

A sutileza da diretora, emoldurada por imagens belíssimas da paisagem de vastos campos e montanhas ao fundo, não esconde o drama da dificuldade de forjar uma identidade em uma sociedade que insiste que você construa uma máscara. Que, algumas vezes, é a da brutalidade.

The Power of the Dog, 2021.
Direção: Jane Campion. Roteiro: Jane Campion, baseado no romance de Thomas Savage. Elenco: Benedict Cumberbatch, Kirsten Dunst, Kodi Smit-McPhee, Jesse Plemons, Keith Carradine.

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Texto extraído do blog Boulevard do Crepúsculo
de autoria do jornalista, Renato Félix.

sábado, 5 de março de 2022

Onde assistir aos indicados ao Oscar 2022

 


Por Renato Félix*

Antigamente o que já tivesse passado pelos cinemas estava fora de alcance quando saía a lista do Oscar. Hoje, o que não é diretamente produção para o streaming chega lá em poucos meses. Assim, poucos são os filmes que não estão disponíveis para que o cinéfilo se ponha em dia até a cerimônia, que este ano será em 27 de março. Nesta lista, estão todos os longas indicados, a que concorrem, onde podem ser assistidos e os trailers de cada um.

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ATAQUE DOS CÃES
 (The Power of the Dog), de Jane Campion
12 indicações: Filme, Direção (Jane Campion), Ator (Benedict Cumberbatch), Ator coadjuvante (Kodi Smit-McPhee, Jesse Plemons), Atriz coadjuvante (Kirsten Dunst), Roteiro adaptado, Fotografia, Montagem, Trilha sonora, Desenho de produção, Som.
Onde assistir: Netflix

A direção neozelandesa é a primeira mulher duas vezes indicada ao Oscar de melhor direção com uma história sensível e muito bem narrada sobre personagens masculinos deslocados em um ambiente que, mesmo nos anos 1920, ainda tem quase tudo do velho oeste. O filme também está indicado a oito Baftas e três SAGs, e ganhou três Globos de Ouro (filme/ drama, direção e ator coadjuvante [Smit-McPhee]).


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DUNA
 (Dune), de Dennis Villeneuve
10 indicações: Filme, Roteiro adaptado, Fotografia, Montagem, Trilha sonora, Desenho de produção, Efeitos visuais, Som, Figurino, Maquiagem e penteado.
Onde assistir: HBO Max, Apple TV, Google Play, Microsoft Store.

Primeiro de dois filmes em que Villeneuve adapta o clássico da literatura de ficção científica. Trata de um planeta que produz uma especiaria na qual governos de outros planetas estão de olho e de um jovem de família nobre que se revela o líder prometido dos nativos pobres do planeta. Os fãs do livro sonhavam com uma adaptação de respeito do livro desde a malfada versão de David Lynch, de 1984. Mas Villeneuve acabou não indicado a direção.



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AMOR, SUBLIME AMOR
 (West Side Story), de Steven Spielberg
7 indicações: Filme, Direção (Steven Spielberg), Atriz coadjuvante (Ariana DeBose), Fotografia, Desenho de produção, Figurino, Som.
Onde assistir: O filme já foi exibido nos cinemas, ainda não foi lançado em home video e chega à Disney Plus no dia 3 de março.

Spielberg revisitou um grande clássico da Broadway e do cinema, e um grande vencedor do Oscar: o original de 1961 ganhou 10 prêmios, incluindo melhor filme. A robusta lembrança no Oscar vem na esteira do sucesso de crítica e apesar do pouco interesse do público. A expectativa é que Ariana DeBose repita o êxito de Rita Moreno na premiação. Já escrevi sobre ele: leia aqui.



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BELFAST
 (Belfast), de Kenneth Branagh
7 indicações: Filme, Direção (Kenneth Branagh), Ator coadjuvante (Ciarán Hinds), Atriz coadjuvante (Judi Dench), Roteiro original, Canção original (“Down to joy”), Som.
Onde assistir: O filme estreia nos cinemas brasileiros em 10 de março.

A capital da Irlanda do Norte batiza o filme e é onde nasceu Kenneth Branagh, um especialista em Shakespeare que também fez outras coisas, até filme de super-herói. Aqui ele busca uma nota mais pessoal, baseado em eventos de sua própria infância. Indicado pessoalmente como produtor, diretor e roteirista, Branagh se tornou a primeira pessoa indicada em sete categorias diferentes do Oscar. O pessoal sentiu falta de Caitriona Balfe entre as indicadas.



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KING RICHARD –
 CRIANDO CAMPEÃS (King Richard), de Reinaldo Marcus Green
6 indicações: Filme, Ator (Will Smith), Atriz coadjuvante (Aunjanue Ellis), Roteiro original, Montagem, Canção original.
Onde assistir: HBO Max, Now, Looke, Apple TV, Google Play, Microsoft Store.

É a história do pai das tenistas Venus e Serena Williams e de seu esforço para fazê-las campeãs. Aquela história de superação, com um final feliz que todo mundo já conhece desde o começo. Will Smith há muito tempo persegue um Oscar.

     


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DRIVE MY CAR
 (Doraibu Mai Ka), de Ryusuke Hamaguchi
4 indicações: Filme, Direção (Ryusuke Hamaguchi), Filme de língua não inglesa, Roteiro adaptado.
Onde assistir: Ainda inédito nos cinemas brasileiros, estreia em breve no Mubi.

Vencedor do prêmio da crítica no Festival de Cannes e do Globo de Ouro de melhor filme de língua não inglesa, o filme japonês é a produção do ano que conseguiu romper a barreira da língua e ser indicado também nas categorias de filme, direção e roteiro. São 3 horas de duração com a história de um diretor de teatro em luto, com a sensação de nunca ter compreendido a esposa falecida, tendo que lidar com uma motorista com quem tem que deixar o carro quando vai trabalhar em Hiroshima. É adaptado de um conto de Haruki Murakami.



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NÃO OLHE PARA CIMA
 (Don’t Look Up), de Adam McKay
4 indicações: Filme, Roteiro original, Montagem, Trilha sonora original.
Onde assistir: Netflix.

Muito visto e comentado, faz uma debochada metáfora sobre o negacionismo e a burrice coletiva, aqui com relação a um cometa que vai colidir com a Terra e erradicar a vida no planeta (mas poderia ser sobre o aquecimento global ou o coronavirus).








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O BECO DO PESADELO (Nightmare Alley), de Guillermo Del Toro
4 indicações: Filme, Fotografia, Desenho de produção, Figurino
Onde assistir: Cinemas

Del Toro refilmou um filme noir sobre sujeito que aprende num circo a ser um mentalista e depois usa o talento para ganhar dinheiro de gente rica.



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NO RITMO DO CORAÇÃO 
(Coda), de Sian Heder
3 indicações: Filme, Ator coadjuvante (Troy Kotsur), Roteiro adaptado.
Onde assistir: Amazon Prime Video, Looke, Apple TV, Google Play.

É a versão americana do filme francês A Família Bélier, com a história de uma família de surdos, onde apenas uma adolescente não é surda. Ela acaba sendo uma tradutora para a família, que vive da pesca, mas o conflito surge quando ela tem a possibilidade de abraçar o canto e entrar em uma faculdade de música. É um filme terno e bem-humorado, de que se gosta fácil. A protagonista, Emilia Jones, foi indicada ao Bafta, mas ficou fora do Oscar.



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LICORICE PIZZA
 (Licorice Pizza), de Paul Thomas Anderson
3 indicações: Filme, Direção (Paul Thomas Anderson), Roteiro original.
Onde assistir: Estreou nos cinemas dia 17 de fevereiro

PTA numa chave mais leve: o amor de dois jovens em 1973. Está indicado nas categorias grandes, mas, como sempre, o diretor parece ser subestimado pela Academia.



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TICK, TICK… BOOM!
 (Tick, Tick… Boom!), de Lin-Manuel Miranda
2 indicações: Ator (Andrew Garfield), Montagem
Onde assistir: Netflix

Andrew Garfield faz um tour de force na interpretação do compositor Jonathan Larson sob a pressão de terminar um musical e fazer com ele seu primeiro sucesso no teatro. E isso é contado por ele em um monólogo musical. Uma carinhosa homenagem ao compositor que morreu cedo e deixou o sucesso imortal de RentLeia minha crítica.



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A TRAGÉDIA DE MACBETH
 (The Tragedy of Macbeth), de Joel Coen
3 indicações: Ator (Denzel Washington), Fotografia, Desenho de produção
Onde assistir: AppleTV.

A adaptação de uma das maiores tragédias de Shakespeare ganha uma adaptação de visual bruto, geométrico, espartano e espetacular nas mãos de Joel Coen (em direção solo, sem o irmão Ethan). O filme foi reconhecido por isso e pela grande atuação de Denzel Washington.



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APRESENTANDO OS RICARDOS
 (Being the Ricardos), de Aaron Sorkin
3 indicações: Ator (Javier Bardem), Atriz (Nicole Kidman), Ator coadjuvante (J.K. Simmons),
Onde assistir: Amazon Prime Video

Os Ricardos do título são o casal principal da icônica série I Love Lucy, interpretados por Lucille Ball e Desi Arnaz, casados na vida real e produtores da série. Nicole Kidman e Javier Bardem estrelam o filme. É difícil demais imaginar Nicole como a careteira Lucille, Se desse certo, seria mesmo material para Oscar.




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A FILHA PERDIDA
 (The Lost Daughter), de Maggie Gyllenhaal
3 indicações: Atriz (Olivia Colman), Atriz coadjuvante (Jessie Buckley), Roteiro adaptado.
Onde assistir: Netflix

Esnobada pelos compatriotas no Bafta, Olivia Colman garantiu seu lugar entre as indicadas a melhor atriz. A versão jovem de sua personagem é vivida por Jessie Buckley, também indicada. Na história, elas interpretam uma mulher em conflito com a maternidade: Olivia rememora isso durante férias no litoral italiano.




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MÃES PARALELAS
 (Madres Paralelas), de Pedro Almodóvar
2 indicações: Atriz (Penélope Cruz), Trilha sonora original.
Onde assistir: Netflix.

O novo filme de Almodóvar é sobre duas mulheres de faixas etárias diferentes que se preparam em um hospital para terem bebês no mesmo dia, encontrando apoio e cumplicidade uma na outra. Notório diretor de atrizes, o espanhol vê Penélope Cruz conseguir a segunda atuação na categoria por um filme seu (ela já ganhou como coadjuvante, mas em filme de Woody Allen).



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SPENCER (Spencer), de Pablo Larraín
1 indicação: Atriz (Kristen Stewart)
Onde assistir: Cinemas

O diretor chileno já havia abordado Jacqueline Kennedy (que rendeu uma indicação a Natalie Portman) e agora abordou os dias em que a princesa Diana resolveu se separar do príncipe Charles.



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OS OLHOS DE TAMMY FAYE
 (The Eyes of Tammy Faye), de Michael Showalter
2 indicações: Atriz (Jessica Chastain), Maquiagem e penteado.
Onde assistir: Cinemas

Jessica Chastain ganhou um papel para deitar e rolar: a ascensão e queda de uma pastora de TV.



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A PIOR PESSOA DO MUNDO
 (Verdens Verste Menneske), de Joachim Trier
2 indicações: Filme de língua não inglesa, Roteiro original
Onde assistir: Inédito nos cinemas

O filme norueguês aborda a vida de uma jovem mulher indecisa sobre os rumos a tomar na vida. A comédia dramática é outro filme de língua não inglesa a ganhar indicações além desta categoria.



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ENCANTO
 (Encanto), de Jared Bush e Byron Howard
3 indicações: Filme de animação, Trilha sonora original, Canção original (“Dos oruguitas”).
Onde assistir: Disney Plus.

A animação da Disney explodiu de popularidade quando chegou ao streaming e a história de Mirabel, a garota colombiana sem poderes numa família onde todos têm dons especiais e que precisa descobrir o mistério que está ameaçando a magia de seus parentes. A curiosidade é que a canção que é o maior sucesso musical do estúdio nos últimos tempos, “We don’t talk about Bruno”, não foi indicada e por culpa da própria Disney, que não apostou nela e não a inscreveu.



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FLUGT
 (Flugt), de Jonas Pohen Rasmussen
4 indicações: Filme de animação, Filme de língua não inglesa, Documentário
Onde assistir: Ainda inédito nos cinemas brasileiros.

Com o título em inglês de Flee, o filme dinamarquês conseguiu a proeza inédita de ser indicado nas categorias de animação, documentário e filme de língua não inglesa (ou “filme internacional”, como rebatizou a Academia). É sobre um refugiado afegão que vai casar com o noivo e resolve revisitar seu passado. Foi premiado nos festivais de Sundance e Annecy (principal festival de animação do mundo). Aqui, passou no festival de documentários É Tudo Verdade.



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LUCA
 (Luca), de Enrico Casarosa
1 indicação: Filme de animação.
Onde assistir: Disney Plus.

O longa da Pixar estreou direto no streaming e conta uma história de aceitação das diferenças: dois garotos monstros marinhos que viram humanos fora d’água e vivem aventuras numa cidadezinha litorânea italiana. Uma história terna com um belíssimo visual. Leia minha crítica.



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A FAMÍLIA MITCHELL E A REVOLTA DAS MÁQUINAS
 (The Mitchells vs. the Machines), de Michael Rianda
1 indicação: Filme de animação
Onde assistir: Netflix

Um agitado e divertido longa sobre uma família disfuncional que se torna a última esperança da Terra quando robôs dominam o planeta. Os personagens bem construídos elevam esse filme além da média das aventuras animadas, mas há também um monte de sacadas visuais, brincando com filtros de Instagram, memes e o amor pelo cinema da personagem principal.



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RAYA E O ÚLTIMO DRAGÃO
 (Raya and the Last Dragon), de Don Hall e Carlos López Estrada
1 indicação: Filme de animação
Onde assistir: Disney Plus

Aventura da Disney sobre uma jovem guerreira de um reino fantástico que parte em busca de um dragão, quando todos acreditam que a espécie foi extinta, para salvar seu mundo.




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A FELICIDADE DAS PEQUENAS COISAS
 (Lunana A Yak in the Classroom), de Pawo Choyning Dorji
1 indicação: Filme de língua não inglesa
Onde assistir: Cinemas.

O filme do Butão, pequeno país asiático, é sobre um professor que quer se mudar para a Austrália e virar cantor. Enquanto isso não acontece, ele é deslocado para a escola mais remota do país. O que inclui, inclusive, um iaque que deve ser criado dentro da sala de aula.



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A MÃO DE DEUS
 (È Stata la Mano di Dio), de Paolo Sorrentino
1 indicação: Filme de língua não inglesa
Onde assistir: Netflix

Sorrentino revisita sua adolescência em Nápoles, nos anos 1980, mostrando a comédia e o drama de um jovem e sua família nos dias em que Maradona virou ídolo local jogando no clube da cidade. O diretor italiano faz aqui seu Amarcord.



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ASCENSION
 (Ascension), de Jessica Kingdom
1 indicação: Documentário.
Onde assistir: Ainda inédito nos cinemas brasileiros.

Uma observação sobre a China contemporânea, sua força de potência, as questões trabalhistas e de desigualdade social.



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ATTICA
 (Attica), de Tracy Curry e Stanley Nelson
1 indicação: Documentário.
Onde assistir: Ainda inédito nos cinemas brasileiros.

Uma volta, 50 anos depois, a rebelião em uma prisão americana marcada pela violência e o racismo.



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SUMMER OF SOUL (…OU QUANDO A REVOLUÇÃO NÃO PODE SER TELEVISIONADA) [Summer of Soul (…Or When the Revolution Could Not Be Televised)], de Questlove
1 indicação: Documentário.
Onde assistir: Telecine Play

Um registro do Harlem Cultural Festival, evento que celebrou a cultura negra em 1969, mas que acabou não tendo os mesmos holofotes do festival de Woodstock.






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WRITING WITH FIRE
 (Being the Ricardos), de Sushmit Ghosh e Rintu Thomas.
1 indicação: Documentário.
Onde assistir: Ainda inédito nos cinemas brasileiros

O filme mostra a jornada do primeiro jornal diário da Índia com uma equipe formada por mulheres e que enfrenta um ambiente ainda dominado por homens.






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FOUR GOOD DAYS
 (Four Good Days), de Rodrigo Garcia
1 indicação: Canção original (“Somehow you do”)
Onde assistir: Now, Looke, Claro Vídeo, AppleTV, Google Play.

É um drama de mãe e filha. A filha está a caminho de mais uma de muitas tentativas de se livrar das drogas e a mãe passa com ela alguns dias antes de que ela vá para a clínica.




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CRUELLA
 (Cruella), de Craig Gillespie
2 indicações: Figurino, Maquiagem e penteado.
Onde assistir: Disney Plus.

Na Londres dos anos 1970, Cruella DeVil tenta se afirmar como uma jovem talento da moda e ainda se vingar. A vilã de 101 Dálmatas deixa de ser vilã nesta espécie de prelúdio, mas o filme é indicado por aquilo que realmente foi seu destaque. Leia minha crítica.



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CYRANO
 (Cyrano), de Joe Wright
1 indicação: Figurino
Onde assistir: Ainda inédito nos cinemas brasileiros.

Musical que adapta a história de Cyrano de Bergerac, que se acha muito feio para conquistar sua amada Roxanne e resolve ajudar um bonitão bocó com sua poesia e sensibilidade. Peter Dinklage interpreta o protagonista e a direção é de Joe Wright, de Orgulho e Preconceito.



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007 –
 SEM TEMPO PARA MORRER (No Time to Die), de Cary Joji Fukunaga
3 indicações: Canção original (“No time to die”), Efeitos visuais, Som.
Onde assistir: DVD, blu-ray, Now, Google Play, AppleTV, Microsoft Store.

A derradeira aventura de James Bond estrelada por Daniel Craig é o final em uma nota alta dessa fase do personagem. Mas foi indicado nas categorias técnicas de sempre dos blockbusters, não rompeu a barreira, como Skyfall. Leia minha crítica.




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CASA GUCCI
 (House of Gucci), de Ridley Scott
1 indicação: Maquiagem e penteado.
Onde assistir: Já exibido nos cinemas, lançamento em DVD, blu-ray e plataformas digitais no dia 22 de fevereiro.

Os fãs esperavam que Lady Gaga concorresse a melhor atriz, mas ela ficou de fora. O filme que mostra as intrigas de bastidores no império da moda acabou quase ignorado.



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UM PRÍNCIPE EM NOVA YORK 2
 (Coming 2 America), de Craig Brewer
1 indicação: Maquiagem e penteado.
Onde assistir: Amazon Prime Video

A continuação de um clássico da comédia dos anos 1980 leva o príncipe Akeem de volta a Nova York para encontrar um filho que ele não sabia que tinha. Com Eddie Murphy e Arsenio Hall fazendo vários personagens, o filme repete uma das indicações que o original também conseguiu.





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FREE GUY –
 ASSUMINDO O CONTROLE (Free Guy), de Shawn Levy
1 indicação: Efeitos visuais
Onde assistir: Star Plus.

Uma mistura de comédia e aventura em que um funcionário de banco descobre uma terrível verdade: é um figurante em um videogame.



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HOMEM-ARANHA 
 SEM VOLTA PARA CASA (Spider-Man – No Way Home), de Jon Watts
1 indicação: Efeitos visuais
Onde assistir: Cinemas

Os mais empolgados queriam até uma indicação a melhor filme para a aventura que promoveu o encontro entre os Homens-Aranha de três franquias. Era demais, claro, mas o filme até podia concorrer em umas categoriazinhas a mais que só a efeitos visuais. Leia minha crítica.




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SHANG-CHI E A LENDA DOS DEZ ANÉIS
 (Shang-Chi and the Legend of Ten Rings), de Destin Daniel Cretton
1 indicação: Efeitos visuais
Onde assistir: Disney Plus

Um dos mais fracos filmes do universo cinematográfico da Marvel, Shang-Chi não é exatamente um grande destaque nem nesse quesito.




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Texto extraído do blog Boulevard do Crepúsculo
de autoria do jornalista, Renato Félix.