sexta-feira, 29 de julho de 2016

Rogério Coelho e Juscelino Neco na Comic House

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Alê Abreu, diretor da animação "O menino e o mundo" indica Aventuras na Ilha do Tesouro, de Pedro Cobiaco



Caso não consiga visualizar o vídeo, clique aqui

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E não esqueça! Sábado, dia 09/07, às 18h, tem Pedro Cobiaco e Diego Sanchez na Comic House. Por sinal gostaram do cartaz que eles produziram?


sexta-feira, 1 de julho de 2016

Aventuras na Ilha do Tesouro, de Pedro Cobiaco no Pipoca e Nanquim




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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Hermínia, de Diego Sanchez



Por Audaci Jr
A cidade de El Camino se vê invadida por uma estranha névoa, na qual todas as realidades se fundem e se desfazem.

A jovem Hermínia embarca com o desconhecido Arcádio numa fuga por cenários cotidianos, o que acaba se transformando numa jornada na qual é utilizado o fantástico para tratar sobre adolescência, intimidade, transcendência e medo.

Logo nas primeiras páginas de Hermínia, o leitor descobre o quanto as personalidades dos protagonistas adolescentes são diferentes: ela salta sem se preocupar onde cairá; ele, que atende pelo nome de Arcádio, é mais prudente, o que não quer dizer que seja mais seguro de si ou de seus atos.
Quando mais jovem, o rapaz sabe as consequências de ações impensadas: está marcado no seu rosto. E, assim, com sua própria cadência, a HQ avança na desconhecida vida dos dois, até para eles mesmos.

Menos experimental do que Perpetuum Mobile, obra lançada de forma independente e que ganhou recentemente uma republicação pela editora Mino, o álbum do Diego Sanchez ainda carrega um lado simbólico muito forte.
A realidade dissolve suas beiradas por meio da misteriosa e metafísica névoa que toma a cidade de El Camino. Seria uma realidade pré-estabelecida ou uma que ainda está por vir, dependendo dos atos do casal na flor da idade?

Tocando nos assuntos de egos e “infinitas consciências”, a jornada de autoconhecimento pela inadequação no mundo em que os dois vivem, Hermínia remete ao clássico O Lobo da Estepe, do alemão Hermann Hesse (1877-1962). A pista deixada por Sanchez justamente é o nome da personagem-título, que também está presente no romance escrito em 1927, ano situado entre a “névoa” de duas Guerras Mundiais, ou melhor: entre dois “fins de mundo” e suas mudanças.

A condição humana e a busca por identidade também leva ao conto O Aleph, do argentino Jorge Luis Borges (1899-1986), bem como o nome da cidade conecta a obra homônima do espanhol Miguel Delibes (1920-2010), onde a história também traceja o caminho da vida pelas buscas.

Na escala da curiosidade das referências literárias em Hermínia, o nome do rapaz aponta o universo que funde o fantástico e o real, uma homenagem clara ao clã de José Arcádio Buendía e à mágica Macondo de Gabriel Garcia Márquez (1927-2014), em outro clássico da literatura mundial, Cem Anos de Solidão.

Há também referência ao pintor-filósofo francês Nicolas Poussin (1594-1665), tatuada na pele de Arcádio, cuja expressão em latim – Et in Arcadia – faz ligação com seu nome e, ao mesmo tempo, à morte – também um símbolo de mudança no tarô.

Mais tarde, a tarologia cutânea ainda apresenta ao leitor a efetivação da mudança no jovem quando ele grava o símbolo da “Arte”, originalmente chamada de “Temperança”, um arcano maior das cartas.
Hermínia tem camadas metafóricas complexas e entrelinhas filosóficas, mas isso não a impede de se tornar confusa ou enfadonha para quem não quer “entrar no seu espírito” ou tentar decifrar as suas “pistas”.

Em alguns momentos, a “voz” dos personagens parece algo simplesmente discursivo, o que perde em força narrativa para ganhar um espaço particular no divã de ambos.

A arte pontilhada e estilizada de Sanchez se equilibra entre os hiatos do magenta que destaca bem os seus desenhos. Fazendo novamente alusão à adolescência, são como os jovens rabiscando as suas confidências com a caneta de cor mais gritante no seu “querido diário”.

Novamente, a edição da Mino é caprichada, com o magenta se misturando no fundo alaranjado da capa dura e os detalhes em verniz. Com formato 17 x 27 cm, o álbum é impresso em offset de alta gramatura.

Reflexão sobre o estado de mudança nas beiradas da realidade, o inconformismo, a fragmentação do ser e suas inquietações. Um quebra-cabeças que sempre deixa a sensação de que está faltando algumas peças ou elas não se encaixam, como a vida. Entre os altos e baixos narrativos, Hermínia consegue sair do conformismo da mesmice e mostrar o seu valor.

Título: Hermínia
Autor Diego Sanchez
Páginas: 88 • Formato: 17 x 27cm •
Acabamento: capa dura •
R$ 44,00
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(Resenha publicada originalmente no site Universo HQ )

Sessão de Autógrafos de Pedro Cobiaco e Diego Sanchez


quarta-feira, 29 de junho de 2016

John Constantine, Hellblazer – Cidade dos Demônios


A magia está no sangue de John Constantine. Literalmente. Graças a uma infusão recebida de Nergal há muitos anos, há um poder sombrio misturado com todo o álcool e a nicotina que correm pelas veias do feiticeiro urbano de Londres. Isso já salvou o couro dele algumas vezes, mas também o colocou em encrencas outras tantas. Porém, onde quer que exista poder, haverá alguém para tentar tirar proveito dele. E, enquanto Constantine tem a manha da magia – além de ser um casca-grossa – pra manter o sangue do demônio em xeque, algumas gotas nas veias da pessoa errada podem criar um monstro. Ou uma cidade cheia deles! E basta apenas um acidente pra arremessar John em uma terrível conspiração que pode transformar Londres em uma filial do Inferno! História completa! De Si Spencer (Books of Magick: Life During Wartime) e Sean Murphy (Vampiro Americano: Seleção Natural e Joe, o Bárbaro).  

E ainda: uma história curta escrita e desenhada pelo genial Dave Gibbons (Watchmen).

Título: John Constantine, Hellblazer – Cidade dos Demônios
Autor:Si Spencer & Sean Murphy
Páginas: 132 • Formato: 17 x 26cm •
Acabamento: capa cartonada •
R$ 20,00
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terça-feira, 28 de junho de 2016

John Constantine, Hellblazer – Infernal Vol. 1: Hábitos Perigosos, de Garth Ennis



Depois de sobreviver a confrontos com demônios, elementais, membros de seitas e assassinos em série, John Constantine finalmente encontrou um inimigo do qual não consegue fugir e a quem não consegue enganar: o próprio corpo.

Décadas de fumo cobraram o preço inevitável e os pulmões torturados de John sucumbiram à malignidade. O diagnóstico é claro e inescapável: terminal, câncer não tratável. O maior mago do mundo tem, no máximo, mais dois meses de vida antes que seu corpo ceda. E ele sabe exatamente o que vai acontecer quando chegar a hora. O governante do Inferno tem planos muito especiais para a alma de Constantine… e a eternidade pode não ser tempo suficiente para que ele consiga infligir todo o tormento que pretende.

Esta coleção segue os passos de Origens e marca um novo ciclo na republicação da série John Constantine, Hellblazer. Batizada de Infernal, ela reunirá a celebrada fase de Garth Ennis nos roteiros de Constantine. GARTH ENNIS (Preacher), WILLIAM SIMPSON (2000AD), MARK PANNINGTON (Elektra: Reinado Sombrio), entre outros, são os responsáveis por essas aventuras que marcaram época.

Título: John Constantine, Hellblazer – Infernal Vol. 1: Hábitos Perigosos
Autor: Garth Ennis
Autor: Wagner William
Páginas: 212 • Formato: 17 x 26cm •
Acabamento: capa cartonada •
R$ 24,90
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quinta-feira, 9 de junho de 2016

Pré-Venda de exemplares autografados - Sessão de Autógrafos de Marcello Quintanilha, Wagner Willian e Samuel de Gois




A Comic House promove na próxima semana mais um evento com quadrinhistas nacionais em João Pessoa. Os artistas Marcello Quintanilha, Wagner Willian e Samuel de Góis participam de bate-papo com o público, de uma leitura dramática de suas obras e ainda de uma sessão de autógrafos de seus quadrinhos.

O bate-papo e a leitura dramática serão na sexta-feira, 10/6, a partir das 19h30 no Auditório 1 do Espaço Cultural José Lins do Rêgo. Já a sessão de autógrafos será no sábado, 11/6, a partir das 18h30, na Comic House.

Marcello Quintanilha retorna a João Pessoa para lançar o álbum 'Hinário Nacional' (Veneta, 128 págs., R$ 49,90). O quadrinhista explora em seus trabalhos aspectos da vida urbana brasileira e Hinário Nacional reúne vários desses “instantâneos”. Quintanilha tornou-se neste ano o primeiro brasileiro a ser premiado no Festival de Angoulême, um dos mais prestigiados eventos da área no mundo, com o álbum Tungstênio.

Wagner Willian traz o álbum 'Bulldogma' (Veneta, 320 págs., R$ 59,90), um romance gráfico que mistura reflexões filosóficas e ficção científica ao contar a história de Deisy Mantovani, uma ilustradora que se muda, junto com seu cachorro, para uma vizinhança famosa por casos de abdução por extraterrestres. Willian ganhou em 2015 o prêmio Jabuti de ilustração pelo seu romance 'Lobisomem sem Barba'.

O paraibano Samuel de Góis, velho conhecido do público local, retorna à cidade para lançar a HQ 'O Que Era Nuvem, Ficou Chuva e o Que Era Seco, Ficou Despedaçado' (38 págs., R$ 10), uma publicação independente que reúne suas tiras cômicas, gênero no qual Góis vem surpreendendo a cada novo trabalho.


                  (clique em cada título e compre antecipadamente se exemplar autografado)


- Marcello Quintanilha

Hinário Nacional (R$ 49,90)

Talco de Vidro (R$ 59,90)

Tungstênio (R$54,90)

Salvador (R$ 79)

Almas Públicas (R$ 44)

Sábado dos Meus Amores (R$ 42)

- Wagner Willian

Bulldogma (R$ 59,90)

Lobisomem sem Barba (R$ 40)


- Samuel de Góis

O Que Era Nuvem, Ficou Chuva e o Que Era Seco, Ficou Despedaçado (R$ 10)

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