segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Kama Sutra, de Milo Manara

Kama Sutra é uma obra repleta de erotismo e sensualidade, representados em mulheres vistosas e cenários detalhados, assim como qualquer obra de Manara. O italiano é conhecido como mestre dos quadrinhos eróticos e este volume é uma das provas a seu favor.
Parva, apaixonada pelo saxofonista Shiva, envolve-se em um acidente de moto com um entregador e um dos pacotes não é recolhido de volta. Sem conseguir chamar a atenção do outro motociclista, ela leva o pacote sem remetente nem destinatário para casa. Curiosa, liga para a amiga Lulu e abre o embrulho, que contem um cinto, feito de um couro delicado. O objeto se revela mágico, com capacidade de pensar e se comunicar via telepatia, pois contém a alma do deus Shiva.

Lulu logo chega à casa de Parva, acompanhada do primo, e o cinto mágico, citando o Kama Sutra, incita os três a praticarem uma orgia. A casa é então invadida por aquele que se diz o dono do cinto, exigindo o artefato de volta.

Os três se vestem como podem e fogem. Lulu e Parva acabam capturadas e precisam enfrentar testes para devolverem à deusa Khali suas armas destruidoras e escaparem com vida. Enquanto Parva é ameaçada por uma tigresa faminta, Lulu resolve os desafios, que consistem em provas sexuais.
As quatro missões de Lulu apresentam não apenas posições sexuais, mas quebra de tabus e oferecem um novo jeito de pensar a sexualidade. Manara aproveita esta história para salientar que a relação sexual é mais do que chegar ao orgasmo para se livrar do "desconforto" do desejo e, como diversas filosofias propõem, a manutenção do desejo e o sexo em si são caminhos para se atingir o paraíso.

Kama Sutra aproveita um pouco das duas idéias relacionadas a este nome: a original, que é a arte de amar do hindus, algo sagrado e precioso; e a contemporânea, o conjunto de posições sexuais destinadas a aumentar o prazer.

Kama Sutra, de Milo Manara
Título original: Kama Sutra
Publicado pela Conrad em 2010
Capa dura, 21 x 27 cm
72 páginas coloridas
R$ 45,00

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

[3] Y: O Último Homem (diversos autores)

Volume 3:Um Pequeno Passo

Yorick Brown foi o único homem a sobreviver a praga global que matou todos os machos humanos, como visto no volume 1: Extinção, e está prestes a não ser tão único. Após a breve estadia em Marriland (volume 2: Ciclos), ele volta a cruzar os Estados Unidos com a Agente 355, a Dra. Mann e Ampersand, o único outro mamífero macho do qual se tem notícia, em busca de um laboratório onde possam descobrir novos futuros para as espécies. Neste volume de Y: O Último Homem, eles descobrem que há uma nave voltando para a Terra com uma mulher e dois homens na tripulação.


A Agente 355 encontra a russa Natalya Zamyatin no trem em que estão viajando para São Francisco, que explica o caso da espaçonave e conta que um dos tripulantes é russo, e ela quer resgatá-lo e levá-lo para casa. 355 acredita na história e convence o grupo a fazer uma breve parada no local de pouso da nave.

É o ponto perfeito para que o grupo de soldados israelenses perseguindo Yorick prepare uma emboscada. Elas têm como objetivo possuir o único homem da Terra e garantir a continuidade da nação israelense, ainda que finjam atender a outros propósitos.

Já não é certeza de que a nave pousará com segurança, falhas podem fazer com que ela pegue fogo assim que entrar na atmosfera terrestre. Os astronautas estão cientes deste perigo, mas não têm ideia nem de que a doença já tenha sido erradicada nem de estarem rumando direto para o cerne de um incidente internacional que decidirá quem controlará o suprimento de machos no planeta.

Este volume ainda conta com uma pequena história em dois atos: Comédia & Tragédia. Um grupo de atrizes percorre os Estados Unidos, encenando em troca de comida e da satisfação de levar arte às mulheres entristecidas pela morte dos homens. Eis que surge Ampersand e a roteirista do grupo descobre ser um macaco macho. Isso lhe dá inspiração para um roteiro original e revolucionário: a história de um homem que sobreviveu à praga.

Y: O Último Homem venceu três prêmios Eisner: melhor série regular, melhor desenhista (Pia Guerra) e melhor roteirista (Brian K. Vaughan).

Y: O Último Homem, de Brian K. Vaughan, Pia Guerra, Paul Chadwick e José Marzán Jr.
Volume 3: Um Pequeno Passo
Título original: Y: The Last Man - One Small Step
Publicado pela Panini/Vertigo em 2010
Brochura, 17 x 26 cm
169 páginas coloridas
R$ 16,90 

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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

[2] Y: O Último Homem, de Brian K. Vaughan, Pia Guerra e José Marzán Jr.

Volume 2: Ciclos

Em Extinção, primeiro volume da série Y: O Último Homem, conhecemos Yorick e seu macaco Ampersand, os únicos mamíferos do sexo masculino dos quais se tem notícia, após um estranho acontecimento que acabou com todos os outros. Protegido pela Agente 355, ele parte com a Dra. Mann para encontrar o segundo laboratório da cientista e poderem pesquisar modos de garantir a continuação da espécie. O primeiro laboratório foi destruído na edição anterior.

No caminho, o trio é obrigado a parar em uma cidadezinha, Maryland, que parece ser o único lugar completamente funcional dos Estados Unidos, para sorte do grupo. O lugar é bem gerenciado pelas mulheres e possui eletricidade, água encanada, comida e instalações médicas improvisadas. O repouso é benvindo, no entanto eles são rapidamente descobertos.
As Amazonas já sabem que há um homem no mundo e decidem persegui-lo e exterminá-lo. Guiadas por Hero, irmã de Yorick, elas chegam à Maryland. A mulher descobre, então, que o único homem da Terra é seu irmão. Isso não parece dissiadi-la de sua intenção, o que gera uma pequena guerra entre as Amazonas e as moradoras da cidade.

 Y: O Último Homem, de Brian K. Vaughan, Pia Guerra e José Marzán Jr.
Volume 2: Ciclos
Título original: Y: The Last Man - Cycles
Publicado pela Panini/Vertigo em 2010
Brochura, 17 x 26 cm
131 páginas coloridas
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

[1] Y: O Último Homem, de Brian K. Vaughan, Pia Guerra e José Marzán Jr.

Volume 1: Extinção


Vinte e nove minutos antes de acontecer um desastre inexplicável na Terra, Yorick conversa calmamente com sua namorada por telefone, gastando os preciosos (e caros) minutos do cartão para falar sobre Elvis com a moça, que está do outro lado do mundo, na Austrália. Todas as outras pessoas estão vivendo suas vidas normalmente. Tendo filhos, namorando, realizando missões de salvamento secretas, discutindo o futuro do estado no Congresso... Até que, sem explicação, todos os mamíferos do sexo masculino começam a morrer.

Não se sabe porque só os machos escaparam. Não se sabe que Yorick e seu macaco de estimação, Ampersand, sobreviveram, muito menos o motivo. Dois meses após o acidente, num mundo que já não funciona direito, Yorick decide viajar para Washington e encontrar sua mãe. Seu objetivo é que ela o ajude a ir encontrar a namorada na Austrália, mas ela decide que é melhor levá-lo para uma geneticista que poderia estudá-lo e assim ajudar na preservação da espécie humana, além de descobrir o que causou a morte de todos os homens.

Enquanto isso, o mundo está um caos. Os serviços que eram majoritariamente ocupados por homens agora funcionam precariamente ou não funcionam. As mulheres ainda estão aprendendo a colocar tudo nos eixos. Na política, as republicanas querem tomar à força cargos que eram de seus maridos ao invés de esperar pela organização do Estado e realização de eleições. Formaram-se grupos extremistas de todos os tipos, desde aquelas que adoram monumentos fálicos até as perigosas Amazonas, que acreditam que a extinção dos homens é vontade divina e se esforçam para exterminar qualquer coisa que lembre da existência deles.

Y: O Último Homem, de Brian K. Vaughan, Pia Guerra e José Marzán Jr.
Volume 1: Extinção
Título original: Y: The Last Man - Unmanned
Publicado pela Panini/Vertigo em 2009
Brochura, 17 x 26 cm
130 páginas coloridas
R$ 16,90 

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

[6] As Tiras Clássicas da Turma da Mônica

Volume 6

O sexto volume da coleção que reúne os clássicos da Turma da Mônica apresenta tirinhas originalmente publicadas de 1969 a 1971. A Turminha tinha um rosto mais anguloso, no entanto mais semelhante com o desenho atual do que com o original. As histórias não são como as dos gibis, são tiras com no máximo 4 quadros, majoritariamente humorísticas.

Na época em que foram publicadas, era bem comum a repetição de piadas que deram certo, então podemos encontrar historinhas parecidas, com o mesmo tipo de piada. Como é comum nos quadrinhos da Turma, as tirinhas usam acontecimentos culturais da época para criar alguma história em cima.


Aqui, encontramos menções à Barbarela, uma série de histórias em quadrinhos criada em 1962 por Jean-Claude Forest e adaptada para o cinema em 1968 por Roger Vadim, com Jane Fonda no papel da protagonista; e a Shazam!, que pode tanto ser referência ao Capitão Marvel (da DC Comics) quanto ao livro de Moacy Cirne que fala sobre HQs, lançado em 1970. Como na tirinha a Mônica menciona estar gostando do livro sobre quadrinhos, cuja capa lembra o livro de Cirne, e termina com o uniforme do herói criado em 1939, pode ser uma referência aos dois.


Esses momentos em que a Turma da Mônica chama o leitor para conhecer mais do mundo ao seu redor mostram como o universo do Maurício de Sousa pode ser enriquecedor. Para os mais novos, é legal tanto ver como a "fisionomia" e a personalidade dos personagens mudou através dos anos quanto observar o universo em que estavam inseridos. Os mais velhos, que acompanham as peripécias da Mônica desde o início, gostarão de matar as saudades e reavivar lembranças.

As Tiras Clássicas da Turma da Mônica
Volume 6
Publicado pela Panini/Maurício de Sousa Editora em 2010
Brochura, 21  x 21 cm
132 páginas em preto e branco
R$ 19,80

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Bem-vindo à N.H.K.!, de Tatsuhiro Takimoto e Kendi Oiwa

O mangá Bem-vindo à N.H.K.! explora com humor um fenômeno social do Japão, os hikikomori, pessoas jovens que se retiram do convívio social, isolando-se completamente. É o caso de Tatsuhiro Sato, um jovem de 21 que trancou a universidade e vive trancado em casa, alternando entre o impulso de ir às ruas e arrumar um emprego e um comportamento suicida. Acidentalmente, ele conhece Misaki Nakahara, uma garota que afirma poder ajudá-lo a deixar de ser um hikikomori.
Confuso, assustado e neurótico, Sato decide que a culpa de ter se isolado não é sua, mas da N.H.K., a rede de televisão Nippon Hōsō Kyōkai. Sato "descobre" que a sigla, na verdade significa Nippon Hikikomori Kyokai (algo como "Sociedade Japonesa dos Hikikomori") e que a organização quer que os jovens japoneses se isolem e vivam em função da TV e da internet.
Em meio a esta paranóia, Sato descobre que seu irritante vizinho de baixo é um ex-colega de escola, Yamazaki Kaoru, viciado em pornografia e, apesar de esquisito, um dos personagens mais consistentes. Juntos, decidem montar um erogen, jogo de computador (ou video-game) erótico, e assim deixarem de ser hikikomori e ganharem algum dinheiro.
Oscilando entre o universo de hentai (pornogafia), paranóias e vontade de se tornar uma pessoa sociável novamente, Sato mostra outros sub-temas japoneses, como otaku (fã obcecado por algum assunto), lolicon (complexo de lolita - ou pedofilia) e suicídio na internet. Apesar de apresentar alguma nudez, Bem-vindo à N.H.K.! não tem grande carga de sensualidade, sendo o indício de romance inocente, inclusive.

Bem-vindo à N.H.K.!, de Tatsuhiro Takimoto e Kendi Oiwa
Título original: NHK ni Youkoso!
Publicado pela Panini/Planet Mangá  em 2010
Brochura, 13,7 x 20 cm
194 páginas em preto e branco
R$ 9,90


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sábado, 22 de janeiro de 2011

Mumin, de Tove Jansson

Volume 1


Mumin é um troll branco e fofo, diferente dos trolls de outros livros e HQs (ou dos trolls da internet), que lembra um pouco um hipopótamo. O traço da finlandesa Tove Jansson é leve e delicado, assim como a narrativa, à primeira vista. O volume reúne tirinhas, que abordam temáticas do mundo adulto pela visão ingênua e por vezes infantil do personagem principal.


Mumin e Faro-Fino perseguem objetivos bem comuns na nossa sociedade: família, amor, fama, fortuna. Enquanto Faro-Fino é um pilantrinha adorável, facilmente corruptível, mas que consegue ser perdoado com a mesma facilidade e engenhoso para tramar planos que o tornem rico e popular; Mumin é simples, bondoso até demais, a ponto de não saber dizer não, mesmo que isso o prejudique. Ele quer encontrar sua família, um grande amor e viver em tranquilidade. Seu amigo quer embarcar em aventuras que lhe rendam dinheiro.


Os personagens de Mumin refletem de forma despretensiosa personagens existentes em nossa sociedade, através de situações rápidas, ligadas casualmente umas às outras. Os elementos da narrativa dos quadrinhos, como requadros, são incluídos na história, representando artigos utilizados pelos personagens. Para as crianças, as aventuras dos personagens e suas relações são encantadoras. Já os adultos apreciarão a sátira à sociedade atual e as críticas contidas entre um quadro e outro.

Mumin, de Tove Jansson
Volume 1
Título em inglês: Moomin Book One: The Complete Tove Jansson Comic Strip
Publicado pela editora Conrad em 2010
Capa dura, 21 x 30,5 cm
96 páginas em preto e branco
R$ 40,00

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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Chalaça, de André Diniz e Antonio Eder

O Amigo do Imperador

Francisco Gomes da Silva, o Chalaça, poderia ser pua ficção de André Diniz. Com seu jeito galanteador, sua habilidade na paquera, incontáveis casos amorosos e esperteza mais do que suficiente para escapar de qualquer saia justa, Chalaça foi amigo íntimo e companheiro de esbórnia de D. Pedro I.

Diversas histórias são retratadas nesta HQ, pelas mãos de Antonio Eder. Com traço limpo e narrativa em primeira pessoa, Chalaça conta seus envolvimentos amorosos e como se tornou amigo do imperador. Ele teve participação, inclusive, em importantes decisões governamentais, além de ajudar D. Pedro em conquistas românticas.

Os capítulos de Chalaça são em geral pequenos e cheios de humor, o que torna os episódios da Hitória brasileira ainda mais interessantes e nos leva a conhecer novas facetas das personalidades históricas envolvidas e do próprio Rio de Janeiro, cenário das peripécias de Francisco Gomes da Silva.

Chalaça - O Amigo do Imperador, de André Diniz e Antonio Eder
Publicado pela editora Conrad em 2005
Brochura, 16 x 23 cm
86 páginas em preto e branco
R$ 30,00

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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Otomental, de Mayumi Yokoyama

A Obsessão de Otome
Parte 2 de 2

Para ler a resenha da primeira parte, clique aqui

Otome termina o primeiro volume de Otomental dividida entre dois amores, com direito a ser perseguida pela ex-namorada psicopata de Toyo e tudo. Misao, eternamente apaixonada por Toyo, usará Tokio, o amigo de infância de Otome, o máximo que puder. Até que as duas garotas precisam se juntar, para impedir que o banshou da escola seja espancado por uma gangue de outra escola. A confusão entre gangues acaba fazendo com que cada um dos adolescentes enxergue o caminho que deve seguir.
A segunda metade deste volume trás duas histórias independentes. A primeira, O Rapaz ao Meu Lado, narra a vida dos adolescentes Satomi e Satoshi. Melhores amigos, mas que vivem numa disputa eterna sobre quem é o melhor, o mais rápido ou mesmo quem tem o pior machucado. Ambos entram numa disputa para ver quem consegue primeiro uma companhia para passar o Natal. O que nenhum deles sabe é que estão dispensando a melhor companhia possível e entrarão numa fria, cada um a seu jeito.
A última história, Colégio Santa Liberdade, se passa no colégio Santa Liberdade. Riko Kamiya pede transferência para lá, depois de ter estudado a vida inteira em colégios extremamente rígidos, quer experimentar um pouco da liberdade que o colégio diz dar aos alunos. Logo é chamada para participar do grêmio estudantil e, como presidente, descobre situações perigosas e até mesmo ilegais ocorrendo nas dependências da escola. Sua primeira atitude é tentar ordenar tudo. Será que ela conseguirá?


Otomental - A Obsessão de Otome, de Mayumi Yokoyama
Parte 2 de 2
Título original: Otomental
Publicado pela Panini/Planet Mangá  em 2010
Brochura, 13,7 x 20 cm
192 páginas em preto e branco
R$ 9,90

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